Kyrie Eleison

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    13-Apr-2017
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    Spiritual

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Transcript of Kyrie Eleison

  • Uma breve nota: A msica desta apresentao se chama Ameno (amenizar, libertar), composta pelo grupo Era. A traduo da letra, do latim, est logo a seguir, e vale alguns instantes de reflexo, antes de se prosseguir com a apresentao.No importa qual seja a tua opo religiosa, no fiz isto com intuito de fazer apologia, mas que voc reflita mesmo.Abra quando realmente tiver tempo, e v vendo slide por slide, nem animei todos, para que voc possa realmente pensar sobre este mundo que vivemos, e que precisamos melhorar, por ns, pelos nossos filhos, e os que deles viro.Pacelli 06/12/2006

  • AMENOGrupo EraDori me Interi mo, AdapareDori meAmeno, AmenoLantire, Lantire moDori me

    Ameno, Omenare, imperaviAmeno, Dimere, dimereMantiro, Mantire moAmeno

    Omenare, imperavi emulariAmenoOmenare, imperavi emulari

    Ameno, Ameno doreAmeno dori meAmeno dori me

    Ameno, DomDori me, ReoAmeno dori meAmeno dori me

    Dori me, DomSinta minha dor Absorve-me, Toma-me Sinta minha dor Liberta-me, Liberta-me Descubra-me , Descubra meus sinais Sinta minha dor

    Suaviza (esta dor), Conforta-me Perceba, perceba Mutilaram-me, Machucaram-me Liberta-me

    Suaviza (esta dor), Conforta-me Liberta-me Suaviza (esta dor), Conforta-me

    Liberta-me, Ameniza a dor Ameniza minha dor Ameniza minha dor

    Liberta-me, Senhor Alivia minha dor, Rei Ameniza minha dor Ameniza minha dor

    Tira-me esta dor, Senhor

  • - K y r i E l i s o n -

  • Uma breve jornada,oportunidades,legados que ficaro. Qual o mundo que deixaremos para trs - para as prximas geraes -, quando partirmos?

  • Que herana lhe destinaremos ?

  • O futuro depender do que agora fizermos.E, certamente, h muito por se fazer...

  • Cabul, AfeganistoTrs anos depois da queda do regime Taleb, - num pas dilacerado pela guerra e onde as oportunidades de trabalho, alimentao e necessidades bsicas so escassas -, crianas disputam migalhas de carvo que caem dos sacos transportados por caminhes da Cruz Vermelha, de modo a garantir seu prprio sustento e de suas famlias.

  • Karkhla, Paquisto Crianas com idade entre 4 e 6 anos, em sua maior parte provenientes de famlias afegs refugiadas da guerra civil que acomete seu pas natal, trabalham em fbricas de tijolos. O seu desgastante trabalho consiste em virar os tijolos para que sequem mais rapidamente ao sol. O seu peso de criana permite que realizem seu penoso trabalho sem amassar os tijolos em que se apiam.

  • Tegucigalpa, Honduras Abutres e crianas disputam as sobras que encontram num aterro sanitrio da capital hondurenha. Juan Flores e outras crianas reviram o lixo a fim de encontrar qualquer coisa que possa ser comido ou vendido.

  • Siliguri, ndiaRuksana Khatun, de nove anos de idade, quebra pedras na periferia da cidade. Pequenas mos calejadas em troca de um salrio irrisrio. Segundo a Organizao Internacional de Trabalho, OIT, mais de 220 milhes de crianas trabalham no mundo, mais da metade delas em funes perigosas e em condies e horrios precrios, com jornadas de trabalho de at 17 horas.

  • San Vicente, ColombiaNa entrada de um bordel, adolescente aguarda o prximo cliente.Dados divulgados pelo Fundo das Naes Unidas para a Infncia, UNICEF, revelam que milhes de crianas so vtimas da explorao sexual em todo o mundo. A cada ano, um milho e duzentas mil crianas so vtimas de trfico e venda. Triste mundo que assim trata as suas crianas.

  • Mais de 100 mil meninas so vtimas de explorao sexual no Brasil, conforme dados da Organizao Internacional do Trabalho, OIT. O filme Anjos do Sol aborda a cruel realidade que cerca o tema. Conforme relatos da equipe de produo, a explorao sexual de crianas e adolescentes no pas ocorre em duas frentes: - nas cidades litorneas, estando ligado ao turismo sexual realizado por estrangeiros; - e nas cidades do interior das regies Norte e Nordeste, onde a necessidade desesperada de renda criada pela pobreza leva os pais a venderem suas filhas.

    O filme expe algumas das prticas que envolvem a explorao sexual infanto-juvenil, como o leilo de meninas virgens, e os personagens que lucram com esse mercado: aliciadores (que compram as meninas de suas famlias), donos de boates, cafetes, coronis e polticos. Dentre as tantas histrias tristes que inspiraram o roteiro do filme est a da pequena menina apelidada de R$ 0,50, por ser este o preo que ela cobrava por programa.

  • Recife, BrasilA Organizao Mundial da Sade, OMS, estima existirem 100 milhes de crianas vivendo nas ruas do mundo subdesenvolvido ou em desenvolvimento, das quais 10 milhes no Brasil.A maioria dessas crianas abusa das drogas, que as ajudam a negar, a fugir da realidade, a matar a fome, e a se aquecer.Muitas destas crianas mantm algum tipo de lao familiar, porm despendem a maior parte do tempo nas ruas, - pedindo esmola, vendendo coisas de pouco valor, engraxando sapatos, lavando vidros de carros -, a fim de complementar o ganho familiar. No raro, se envolvem em pequenos furtos.

    Outras vivem de fato nas ruas, em grupos, dormindo em prdios abandonados, debaixo de pontes e viadutos, e em parques pblicos.

    Nos dois grupos, os meninos so maioria. As meninas tm por destino a prostituio.

  • Talvez seja hora dos polticos e governantes inclurem compaixo social nassuas pautas e agendas de trabalho.

  • To perversas quanto persistentes, as desigualdades sociais e a pobreza atingem particularmente a populao infanto-juvenil no pas.

    Estudos tm mostrado que as condies de vida das crianas mais severa em lugares onde a infra-estrutura escolar de baixa qualidade.

    Faz-se necessrio, portanto, criar condies que estimulem um aumento na freqncia escolar, com a consequente ampliao dos seus horizontes e o desenvolvimento das suas potencialidades.

    As polticas destinadas a acabar com o trabalho infantil tambm devem procurar eliminar a necessidade da famlia pela renda da criana.

  • Califrnia, Estados Unidos No muito distante da Disneylndia, a Terra da Fantasia, crianas, filhos de pais viciados em drogas, catam latas a fim de complementar o oramento familiar, e ajudam, como podem, nos afazeres domsticos. Segundo dados do Escritrio das Naes Unidas de Combate s Drogas e ao Crime, UNODC, o uso de drogas ilcitas no mundo vem crescendo, apesar dos esforos mundiais de controle. Os EUA permanecem como os principais consumidores de maconha e cocana no mundo.

  • O aumento no consumo das drogas sintticas - como a anfetamina e estimulantes similares ao ecstasy - considerado preocupante pela facilidade com que elas so produzidas, j que, ao contrrio das drogas tradicionais, no so necessrias grandes reas de plantaes, sendo produzidas com produtos qumicos facilmente obtidos, em laboratrios muitas vezes improvisados, tornando o combate mais difcil.Segundo o UNODC, a questo das drogas sintticas exige uma redefinio das abordagens adotadas, devendo-se mudar o paradigma em torno da questo do combate s drogas, com a preveno ganhando uma importncia muito maior do que a represso.

  • Congo, frica CentralA av de Chantis Tuseuo, de nove anos de idade, estende a mo para sua neta, gravemente desnutrida, que aguarda atendimento num posto de sade nos arredores de Kinshasa.

    No mundo, segundo dados do UNICEF, estima-se que 55% das mortes de crianas esto associadas desnutrio, fome que debilita lentamente.

  • A insanidade das guerras

  • Irlanda do Norte, dcadas de 80 e 90

  • Chechnia, 1997Kosovo, 1999

  • frica, desde sempre

  • Faixa de Gaza, Palestina, 2004

  • Iraque, 2005

  • Israel, 2006Lbano, 2006

  • etc, etc etc...

  • at quando?

  • no corao da noite,

    que desponta o dia.

  • Qual o mundo que pretendemos deixar para as futuras geraes?Um mundo mais justo, certamente...

  • O Reino de Deus no ir despencar sobre nossas cabeas da noite para o dia,se somos sinceros no nosso desejo de que ele venha at ns, temos que fazer a nossa parte.

  • ele soerguer-se- do cho em que pisamos, regado pelo sagrado suor dos que se importam com o prximo. O Reino de Deus, a idade urea marcada pela justia, no descer dos cus,

  • A sua chegada depende de pequenos atos de bondade, de hericos gestos de compaixo.

  • Qual o mundo que deixaremos para as crianas de hoje,para as que ainda nascero?

  • M i s e r i c r d i aA palavra misericrdia, de origem latina, surge da juno de misereo / misria, e cor / corao.Ela representa, portanto, um sentimento de empatia, colocar a misria do prximo no nosso prprio corao.A misericrdia se refere ao corao que se compadece e age.

  • O oposto do amor no o dio,

    mas a indiferena. rico Verssimo

  • Antiga invocao grega que significa:

    Senhor, envia Teu Sopro,

    envia Tua Misericrdia. - K y r i E l i s o n - Estou precisando do Teu Sopro,

    da Tua Fora,

    da Tua Misericrdia.

  • Bem-aventurados os misericordiosos,porque alcanaro misericrdia.Sermo da Montanha

  • H muito por ser feito ainda. Quem semear, colher...

  • Deus move o cu inteiro naquilo que o ser humano incapaz de fazer.

    Mas no move uma palha naquilo que a capacidade humana pode resolver.antigo ditado oriental

  • Pacelli 06/12/2006epacom@gmail.com

  • Reflita, pense, se desejar repasse.S no fique indiferente.Faa a sua parte na diferena!